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Trens da CPTM em São Paulo irão parar dia 14 de junho

Assembleia dos trabalhadores decidiu cruzar os braços em defesa da aposentadoria

Publicado: 06 Junho, 2019 - 18h39 | Última modificação: 06 Junho, 2019 - 18h57

Escrito por: Vanessa Ramos - CUT São Paulo

Arte: Maria Dias/CUT-SP
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O Sindicato dos Trabalhadores Ferroviários da Zona Central do Brasil, em assembleia realizada nessa quarta-feira (5), decidiu que irá parar suas atividades em 14 de junho, dia da greve geral, somando-se na luta contra a reforma da Previdência.

A entidade representa os funcionários das linhas 11-Coral (Luz – Estudantes), 12-Safira (Brás – Calmon Viana) e 13-Jade (Engenheiro Goulart-Aeroporto de Guarulhos).

A atividade contou com a participação de dirigentes da CUT, da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística Presidente (CNTTL) e do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários e em Empresas Operadoras de Veículos Leves sobre Trilhos no Estado de São Paulo.

O secretário de Imprensa do sindicato, Lourival Pereira, explica que a paralisação está sendo organizada por outras categorias do transporte público. “A cidade vazia representará a indignação do povo brasileiro contra o fim da aposentadoria. A reforma que Bolsonaro quer fazer significa deixar os brasileiros na pobreza absoluta no momento da velhice, quando mais precisariam de uma aposentadoria digna. É por isso que o setor de transporte está unido”.

Nesta sexta-feira (7), o Sindicato dos Ferroviários de São Paulo, que representa os funcionários das linhas 7-Rubi (Luz-Francisco Morato) e 10-Turquesa (Brás – Rio Grande da Serra), também fará assembleia às 18h para tratar sobre a adesão à greve.