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Trabalhadores da saúde de São Paulo aderem à greve geral

14 de junho será o dia de mostrar para o governo que as trabalhadoras e trabalhadores não aceitam as injustiças provocadas pela Reforma da Previdência

Publicado: 11 Junho, 2019 - 15h14 | Última modificação: 11 Junho, 2019 - 15h17

Escrito por: Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde no Estado de São Paulo

Reprodução
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O Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde no Estado de São Paulo (SindSaúde-SP) convoca as trabalhadoras e trabalhadores para aderir à Greve Geral contra a Reforma da Previdência, que será realizada em todo o território nacional no dia 14 de junho (sexta-feira).

Neste dia, cruze os braços, fique em casa, não faça compras, enfim, paralise suas atividades. O SindSaúde-SP salienta que por se tratar de um setor essencial, os trabalhadores devem se organizar para manter uma escala com ao menos 30% dos profissionais. Caso, haja alguma dúvida de como proceder, procure o delegado sindical de base de sua unidade ou diretor do SindSaúde-SP de sua região.

Agora é Greve Geral!

A presidenta do SindSaúde, Cleonice Ribeiro, reforça que o movimento de 14 de junho, data em que será realizada a Greve Geral, precisa ser maior do que o realizado em 15 e 30 de maio. “A participação dos trabalhadores seja paralisando as atividades, fazendo reuniões nos locais de trabalho, conscientizando a população é uma das formas que temos de mostrar para o governo que não vamos permitir que nossos direitos sejam retirados”, afirma Cleonice.

Quem vai participar?

Metroviários, motoristas, cobradores, caminhoneiros, bancários, professores, metalúrgicos, trabalhadores da Educação, de água e esgoto, dos Correios, da Justiça Federal, químicos e rurais, portuários, agricultores familiares, eletricitários, urbanitários, vigilantes, servidores públicos estaduais e federais, petroleiros, enfermeiros e previdenciários. Segundo informações da Central Única dos Trabalhadores (CUT), essas são as categorias que já confirmaram que estarão de braços cruzados no dia 14 de junho.

A Greve Geral é um movimento unificado de todas as categorias de trabalhadores e está sendo construída pela CUT, demais centrais e seus sindicatos, desde fevereiro desse ano, como forma de protesto à Reforma da Previdência, apresentada pelo atual Governo em janeiro na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 6, de 2019 (clique aqui e acesse o material de divulgação).

SindSaúde-SP contra a Reforma da Previdência

O SindSaúde-SP é contra a Reforma da Previdência, porque se ela for aprovada, prejudicará as trabalhadoras e trabalhadores, retirando direitos que levaram anos para serem conquistados.

Em relação aos trabalhadores do serviço público, as regras da PEC prejudicarão principalmente as mulheres, pois terão que trabalhar 7 anos a mais do que é determinado atualmente e só terão direito a 60% do valor do benefício. E para conquistar o direito à aposentadoria integral, terão que contribuir por 40 anos. No caso dos homens, terão que trabalhar por mais 5 anos e também terão direito apenas a 60%.

Além de participar das atividades e aderir à Greve Geral, os diretores do SindSaúde-SP estão coletando assinaturas nas unidades para o abaixo-assinado contra a Reforma da Previdência.

Você também pode imprimir a folha, coletar em sua unidade e entregar aqui no SindSaúde-SP ou na subsede mais próxima. Todas as assinaturas, serão entregues à CUT, que junto às demais centrais irão construir um documento único para entregar ao Congresso Nacional, como forma de demonstrar a insatisfação da população com a Reforma da Previdência.