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Sindicato dos Petroleiros fará distribuição de alimentos e produtos de limpeza

Ações em comunidades de São Paulo começaram na terça-feira (1)

Publicado: 02 Abril, 2020 - 11h38 | Última modificação: 03 Abril, 2020 - 09h09

Escrito por: Luiz Carvalho - Sindicato dos Petroleiros de SP

Agência Brasil
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Em cumprimento ao papel cidadão que todo sindicato precisa ter e conforme orientação apontada pela Federação Única dos Petroleiros (FUP), o Sindicato Unificado dos Petroleiros do Estado de São Paulo promoverá a distribuição de alimentos, produtos de higiene e de limpeza a comunidades da cidade de São Paulo.

A entrega de cestas básicas para atender as famílias de trabalhadores informais, sem-teto e moradores de rua, os mais atingidos com o isolamento social causado pela pandemia de coronavírus, começou na quarta-feira (1), na capital paulista, e nos próximos dias percorrerá comunidades como a de Heliópolis.

Dirigente da FUP e do Unificado Cibele Vieira ressalta que a ideia é atuar de maneira emergencial para suprir a inércia do Estado diante da crise que assola o país.

“Como as sedes dos sindicatos estão fechadas para ajudar a combater o surto e não estamos imprimindo e distribuindo jornais, resolvemos direcionar o que investiríamos para diminuir o impacto sobre a população periférica”, explicou.

Cibele ressalta ainda que a atuação cidadã do sindicato está nas origens de um movimento que deve ir além das demandas da categoria e apontar para um modelo de sociedade mais justa e igualitária que deseja construir.

“Temos atuado em várias frentes. Como sindicato, temos a tarefa primordial de defender a categoria e garantir condições seguras de trabalho para os petroleiros que não estão em home office. Mas também para que a Petrobrás cumpra o papel social dela. Inclusive, distribuindo combustível gratuitamente para órgãos que estão na frente de luta contra o coronavírus, como hospitais, polícia e quem distribui vacina.

A outra frente é mais direta de organização para que a população possa fazer isolamento sem que faltem alimentos. Porque é um absurdo o tempo que está demorando para chegar um auxílio do Estado e isso tem relação com a cegueira do presidente, que se nega a enxergar as necessidades urgentes da população”, criticou.