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Químicos: Cipeiros têm que estar qualificados e capacitados para propor melhorias

Fetquim comemora aprofundamento do debate

Publicado: 14 Dezembro, 2017 - 11h32

Escrito por: Fetquim

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“Os cipeiros têm que estar qualificados e capacitados para propor melhorias", diz André Henrique Alves, organizador do Seminário de Saúde e Condições do Trabalho da Fetquim. “Cada dirigente aqui sai capacitado para encaminhar para o médico do trabalho, fazer discussão sobre abertura de CAT e identificar transtornos mentais que podem ser em decorrência do contato com substâncias químicas”, diz ele.

“Nosso papel é ajudar a conscientizar o trabalhador e enfrentar temas espinhosos como a nanotecnologia, a indústria 4.0 e fazermos o debate do quanto o processo produtivo pode afetar o psicológico do trabalhador. A empresa entra na mente do trabalhador e precisamos discutir a ação sindical no local de trabalho”, defende Airton Cano, coordenador político da Fetquim (Federação dos Trabalhadores do Ramo Químico da CUT no Estado de São Paulo).

André Araújo, assessor técnico de saúde e segurança do trabalho da Fetquim, lembra que a “criação da NR33, que fala de espaços confinados, veio da luta dos químicos. Ao lado da construção civil o ramo químico também construiu a questão dos trabalhadores expostos à altura”, lembra.

André Alves, secretário de Saúde e Condições do Trabalho da Fetquim, comemora “o aprofundamento do debate e a constatação da necessidade urgente de fazer um mapeamento dos processos produtivos, substâncias perigosas e adoecimentos que atingem trabalhadores e trabalhadoras do ramo químico”.

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