• TVT
  • RBA
  • Rádio CUT
  • Rádio Brasil Atual
MENU

REVEJA: Ciclo de debates “Julho das Pretas” teve início nesta semana

Transmissão da atividade ocorreu nas páginas da CUT-SP no Facebook e no YouTube

Publicado: 30 Junho, 2020 - 16h03 | Última modificação: 03 Julho, 2020 - 09h37

Escrito por: Redação CUT São Paulo

Arte: Maria Dias/CUT-SP
notice

A Secretaria de Combate ao Racismo da CUT-SP, em iniciativa conjunta com a Secretaria da Mulher Trabalhadora da CUT-SP, inicia em julho a celebração de Tereza de Benguela e de todas as mulheres negras que lutam e resistem contra o racismo, preconceito, exclusão e toda forma de discriminação.

A iniciativa, chamada Julho das Pretas, é um ciclo de debates durante julho por meio do programa virtual CUT-SP em Ação. O programa de estreia ocorreu na última quinta, dia 2, com um diálogo sobre “Vida, Luta e Resistência das Mulheres Negras”.

Participaram de Ieda Leal, dirigente da CNTE, da CUT Goiás e coordenadora nacional do Movimento Negro Unificado (MNU), Ana Nice (PT), vereadora de São Bernardo do Campo, e Maria Rosalina dos Santos, da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq).

A mediação da atividade foi feita Rosana Aparecida da Silva, secretária de Combate ao Racismo da CUT-SP, e por Ana Marta, coordenadora do Coletivo de Combate ao Racismo do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, com transmissão nas páginas da CUT-SP no Facebook e no YouTube.

Sobre Tereza de Benguela

A heroína Tereza de Benguela, ou “Rainha Tereza”, é um ícone da resistência negra no Brasil Colonial. Nascida no século XVIII, ela chefiou o Quilombo do Piolho ou Quariterê, nos arredores de Vila Bela da Santíssima Trindade, no Mato Grosso.

Comandada por Tereza de Benguela, a comunidade cresceu militar e economicamente, resistindo por quase duas décadas, o que incomodava o governo escravista. Após ataques das autoridades ao local, Benguela foi presa e se suicidou após se recusar a viver sob o regime de escravidão.

Confira a transmissão: