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Nota da CUT-SP: Todo apoio aos protestos dos trabalhadores da Metodista

Entidade considera legitima a greve em andamento, possuindo total respaldo das leis nacionais, e cobra uma imediata resposta da instituição para a crise instaurada

Publicado: 14 Maio, 2019 - 11h33 | Última modificação: 14 Maio, 2019 - 11h38

Escrito por: Redação CUT São Paulo

Arte: Maria Dias/CUT-SP
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A CUT São Paulo manifesta todo apoio aos professores e funcionários técnicos da Universidade Metodista, localizada na Grande São Paulo, que estão em paralisação contra o atraso nos pagamentos de salários feito pela instituição de ensino. O impasse tem ocorrido com frequência desde o início do ano.

Soma-se a essa prática a falta de diálogo e transparência por parte da Metodista, causando instabilidade e impactando a vida de muitas famílias.

Em nota na semana passada, a universidade omite informações ao dizer que está em dia com os funcionários. Segundo o Sindicato dos Professores de Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul (Sinpro-ABC), que representa a categoria, o que houve foram pagamentos parciais relativos a março, permanecendo em aberto os salários de abril e a primeira parcela de maio. Também há atrasos nos pagamentos do vale-alimentação e férias de alguns funcionários.

Além disso, a Metodista não tem honrado com a sua parte os depósitos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), prejudicando ainda mais os professores.

A resposta dos trabalhadores é a paralisação, que tem ganhado a solidariedade, inclusive, dos estudantes, que também passaram a cobrar providências da universidade, assim como organizaram manifestações pelas ruas de São Bernardo do Campo. O Sinpro-ABC também tem buscado a mediação do Ministério Público do Trabalho para a solução desse caso.

A Direção da CUT-SP reitera o apoio à luta de toda a comunidade acadêmica que, junto ao sindicato, tem demonstrado resistência aos desmandos da universidade. A entidade considera legitima a greve em andamento, possuindo total respaldo das leis nacionais, e cobra uma imediata resposta da instituição para a crise instaurada.

Direção da CUT São Paulo
13 de maio de 2019