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Greve: Justiça sugere que Conselho Regional de Psicologia-SP atenda reivindicações

A greve dos trabalhadores e das trabalhadoras, que completa 20 dias nesta quarta, continua até que o Conselho se manifeste

Publicado: 27 Outubro, 2021 - 13h34 | Última modificação: 27 Outubro, 2021 - 13h40

Escrito por: Sinsexpro

Divulgação/Sinsexpro
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Em audiência de conciliação realizada na terça, 26, no Tribunal Regional do Trabalho, em total conformidade com as reivindicações das trabalhadoras e dos trabalhadores do Conselho Regional de Psicologia (CRP-SP), o Poder Judiciário apresentou às partes a seguinte sugestão conciliatória: reajuste salarial pela aplicação do índice 7,59%, correspondente ao INPC/IBGE do período, sobre os salários na data-base de 1º de maio de 2021, que também incidirá sobre o piso salarial e as demais cláusulas de natureza econômica; manutenção das cláusulas sociais preexistentes, constantes do instrumento normativo anterior; retorno imediato dos trabalhadores às suas atividades; pagamento dos dias de paralisação, com a compensação de 50% desses dias, em cronograma a ser negociado entre as partes; estabilidade provisória de 30 dias.

O CRP-SP reiterou a última proposta de acordo apresentada na sexta rodada de negociação realizada com o Sinsexpro (Sindicato dos Trabalhadores das Autarquias de Fiscalização do Exercício Profissional e Entidades Coligadas no Estado de São Paulo): as cláusulas sociais nos termos negociados, a manutenção da cláusula do plano de saúde e o reajuste de 3%. A representante do Ministério Público do Trabalho concedeu prazo de 2 dias para o Conselho apresentar defesa.

A greve, que completa 20 dias nesta quarta, continua até a manifestação do Conselho. Esta foi mais uma etapa vencida e até o julgamento do Dissídio, a única forma de superar será mantendo a unidade das trabalhadoras e dos trabalhadores somando-se um ao outro. O movimento paredista está orgulhoso da luta e convicto de que a mobilização continua na busca de melhores  condições de trabalho sempre.

Divulgação/SinsexproDivulgação/Sinsexpro
Trabalhadores estão em greve desde o dia 8 de outubro