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Greve geral dos servidores de SP será em 4 de fevereiro

Assembleia conjunta das entidades sindicais delibera paralisação contra o confisco das aposentadorias

Publicado: 08 Janeiro, 2019 - 12h04 | Última modificação: 08 Janeiro, 2019 - 12h07

Escrito por: Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep-SP)

Divulgação/Sindsep-SP
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Após o golpe do prefeito Bruno Covas (PSDB) e de 33 vereadores liderados por Milton Leite (DEM), foi aprovado em segunda votação o Projeto de Lei 17.020/18 (PL621/16) que confisca os salários, aposentadorias e pensões dos servidores públicos de 11% para 14%.

Os servidores e seus sindicatos fizeram uma assembleia geral do funcionalismo e convocaram uma Greve Geral Conjunta do serviço público municipal para o dia 4 de fevereiro.

Até o dia 4 de fevereiro, a principal tarefa é preparar a Greve Geral Conjunta dos servidores municipais em cada local de trabalho. Plenárias, reuniões, rodas de conversa preparatórias, devem ser organizadas para construir a maior paralisação já vista do funcionalismo e obrigar o prefeito Bruno Covas (PSDB) e a Câmara Municipal a REVOGAR A LEI 17.020/18 (PL 621/16)!

Não serão as bombas, as balas de borracha e os cassetetes da violência desta Prefeitura e Câmara que ferem os trabalhadores do serviço público que vão nos deter. Nossa luta vai continuar!

NÃO ACEITAMOS O CONFISCO SALARIAL! NÃO ACEITAMOS O ATAQUE A NOSSA PREVIDÊNCIA!

Nosso recado é claro SE NÃO REVOGAR, A CIDADE VAI PARAR!

O Sindsep convoca todos os servidores municipais para prepararmos juntos a GREVE em cada local de trabalho. Onde houver um servidor, vamos discutir e construir a greve geral conjunta dos servidores para defender nosso salário do confisco e nossa previdência deste ataque!

 

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