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Diadema: Em assembleia, servidores aprovam paralisação no dia 15 de setembro

Paralisação ocorre por conta do decreto nº 8174 que retira direitos; Confira os demais itens aprovados no Plano de Lutas e Mobilização

Publicado: 06 Setembro, 2022 - 11h40 | Última modificação: 06 Setembro, 2022 - 11h46

Escrito por: Sindema

Cadu Bazilevski/Sindema
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Servidoras e servidores da Prefeitura de Diadema participaram de assembleia realizada na sede do Sindicato dos Funcionários Públicos de Diadema nesta noite fria de segunda-feira (5) e demonstraram que estão dispostos a lutar para garantir seus direitos.

Isso porque, todos os dias desde a publicação do decreto nº 8174/2022, os atestados e declarações (de horas ou de até 1 dia) estão sendo sistematicamente indeferidos pela Secretaria da Educação, comprovando que, na prática, o direito do servidor de cuidar da própria saúde e o direito ao acompanhamento de familiares doentes estão sendo negados pela administração municipal.

Os servidores das demais secretarias, presentes na assembleia, também manifestaram preocupação com os efeitos do decreto já que muitos se encontram em tratamento médico e não têm garantia de que seus atestados e declarações continuarão sendo aceitos.

Em assembleia nesta segunda, foi aprovada uma paralisação da categoria no próximo dia 15 de setembro (quinta-feira), com a realização de atos na cidade. Também foi aprovada a intensificação da campanha de denúncia através das redes sociais, com depoimentos de servidoras e servidores que passaram a ter os direitos retirados pelo decreto 8174.

Vale lembrar que, na última sessão da Câmara de Diadema, no dia 1º de setembro, a diretoria do Sindema protocolou para todos os vereadores um documento denunciando a retirada de direitos promovida pela PMD e informando sobre a realização desta assembleia.

Confira abaixo o Plano de Lutas e Mobilização:
1. Paralisação no próximo dia 15 (quinta-feira) e realização de atos na cidade; 2. Intensificação da campanha contra o decreto 8174 nas redes sociais com depoimentos dos servidores que tiveram seus direitos negados após o decreto 8174; 3. Mobilização entre os servidores para envio ao sindicato de todos atestados e declarações indeferidos, além de documento que comprove o indeferimento por parte das secretarias para análise e avaliação das próximas ações da nossa luta; 4. Organização e mobilização nos locais de trabalho: visita aos equipamentos para dialogar com servidores, carro de som nos equipamentos e na cidade para dialogar sobre a paralisação, além da produção de cartazes, boletim e banner.