CUT recebe dirigentes do Sindicato Metabase Mariana de Minas Gerais
Sindicato conta com uma base de cerca de 12 mil trabalhadores e trabalhadores e fará 45 anos de luta
Publicado: 06 Fevereiro, 2026 - 15h46 | Última modificação: 06 Fevereiro, 2026 - 15h58
Escrito por: Laiza Lopes - CUT São Paulo
Em busca de intercâmbio e trocas de conhecimento sobre a categoria química, a CUT recebeu dirigentes do Sindicato Metabase Mariana (Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Extração e Beneficiamento de Ferro e Metais Básicos e Minerais Não Metálicos de Mariana e Região), que se soma à base CUTista.
A visita foi realizada nesta sexta-feira, 6, na sede da Central, em São Paulo, e reuniu dirigentes da CUT e da CNQ-CUT (Confederação Nacional do Ramo Químico).
Com uma base de cerca de 12 mil trabalhadores e 45 anos de trajetória, o sindicato mineiro acaba de se filiar à CUT. “A Central tem esse know how do movimento sindical em prol da conquista de direitos dos trabalhadores da categoria. Acreditamos que a filiação irá agregar e fortalecer a luta”, afirma o presidente do Sindicato Metabase Mariana, Ângelo Eleutério.
O secretário-geral da CUT e trabalhador do ramo químico, Renato Zulato, participou do encontro. “Damos boas-vindas ao Sindicato Metabase Mariana, que passou pelo processo de filiação na CUT Minas Gerais e agora está conhecendo nossa sede e o trabalho da Central. É um importante sindicato para o ramo e, com certeza, irá fortalecer a base de filiados CUTistas”, reflete Zulato.
Raimundo Suzart, presidente da CUT São Paulo e químico, também recebeu a direção do Sindicato Metabase Mariana. “Tivemos a oportunidade de fazer uma análise de conjuntura e trocar conhecimentos sobre a categoria, que é diversa. Saudamos a chegada deste sindicato combativo”, disse o presidente.
Para o presidente da CNQ-CUT, Geralcino Teixeira, é uma filiação estratégica para o ramo químico. “A chegada do Metabase Mariana será fundamental para a organização dos trabalhadores e trabalhadoras da mineração do Brasil, acreditamos que teremos muitos avanços para a categoria”, afirma.
Fortalecer a sindicalização e a luta pelo reconhecimento da mineração como área insalubre são os principais desafios do sindicato, aponta o presidente Ângelo. “Temos também o desafio de alcançar trabalhadores de empresas menores e informais no setor de minerais não metálicos, que estão espalhados em diversas cidades mineiras”, pontua.
O encontrou contou com a presença dos seguintes dirigentes: Renato Zulato, secretário-geral da CUT Brasil; Raimundo Suzart, presidente da CUT São Paulo; Geralcino Teixeira, presidente da CNQ-CUT; Ângelo Eleutério, presidente do Sindicato Metabase Mariana; Marcelo Wellington, delegado representante suplente do Metabase; José Deves, secretário de Política Sindical da CNQ-CUT; Francisco Sales, secretário de Formação da CNQ-CUT; Elias Soares, assessor da CNQ-CUT e Marcos Lima, assessor da CNQ-CUT.