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CNTTL não apoia ação antidemocrática puxada por pseuda-lideranças de caminhoneiros

Para o diretor da Confederação, o caminhoneiro autônomo Carlos Alberto Litti Dahmer, essas ações lamentavelmente estão ligadas aos empresários do agronegócio

Publicado: 09 Setembro, 2021 - 13h23 | Última modificação: 09 Setembro, 2021 - 13h28

Escrito por: Viviane Barbosa - CNTTL

Reprodução
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A CNTTL (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística) reforça que não apoia nenhuma manifestação antidemocrática orquestrada por pseuda-lideranças de caminhoneiros que estão bloqueando sem apoio do transportador autônomo de carga alguns pontos de estradas nesta quinta-feira (8).

Para o diretor da Confederação, o caminhoneiro autônomo Carlos Alberto Litti Dahmer, presidente do Sinditac (Sindicato dos Transportadores Autônomos de Carga) de Ijuí-RS, essas ações lamentavelmente estão ligadas aos empresários do agronegócio.

Litti ressalta que a “CNTTL não compactua com nenhuma manifestação antidemocrática, que tente macular a democracia".

No último dia 24 de agosto, a CNTTL protocolou aos presidentes do Supremo Tribunal Federal (STF),  ministro Luiz Fux, o deputado Arthur Lira (PP) e do Senado, o senador Rodrigo Pacheco (DEM) cartas em apoio à defesa do Estado democrático de Direito.

Pauta dos caminhoneiros

O diretor da CNTTL explica que a pauta dos caminhoneiros autônomos e celetistas é outra.

“Temos lutado, desde 2018 quando realizamos a maior greve da história do Brasil, pela seguinte agenda de lutas: a constitucionalidade do Piso Mínimo de Frete; o retorno da Aposentadoria Especial aos 25 anos de serviço e o direito ao voto em trânsito, ou seja, que os caminhoneiros possam  votar para cargos eletivos fora do seu domicilio”, finaliza Litti.

Nota publicada no site da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística