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“Aumento de feminicídio é reflexo do discurso de ódio”, afirma Douglas Izzo

"Notamos no último período um crescimento preocupante do índice de feminicídio no Brasil", diz presidente da CUT-SP

Publicado: 27 Fevereiro, 2020 - 15h51 | Última modificação: 27 Fevereiro, 2020 - 16h26

Escrito por: Douglas Izzo - Presidente da CUT-SP

Vera Massaro/Divulgação Alesp
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As mulheres enfrentam inúmeros desafios para serem reconhecidas em nossa sociedade. Com muita luta conquistaram direitos e avançaram nas políticas públicas, mas com o atual governo as conquistas da classe trabalhadora estão ameaçadas. 

Notamos no último período um crescimento preocupante do índice de feminicídio no Brasil, que é reflexo do discurso de ódio e de estimulo à violência proferidos por quem deveria assegurar os direitos das mulheres previstos na legislação; o aumento do desemprego entre as mulheres e o crescimento de famílias em situação de vulnerabilidade social. 

Contra esses e outros ataques, em nossa gestão, a CUT-SP tem atuado incansavelmente na luta para que as mulheres tenham seus direitos garantidos e, além disso, para que possamos avançar cada vez mais na promoção de igualdade e respeito no ambiente de trabalho, garantindo condições salariais igualitárias, com segurança e que não sofram nenhuma forma de assédio, discriminação ou violência pela condição de ser mulher. 

Douglas Izzo

Presidente da CUT-SP