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Audiência em Mauá defende empresas públicas

Eventos semelhantes já ocorreram nas Câmaras de São Caetano do Sul e São Bernardo

Publicado: 31 Julho, 2019 - 18h22 | Última modificação: 31 Julho, 2019 - 18h25

Escrito por: Sindicato dos Petroleiros do Estado de São Paulo

Gustavo Luson/Sindipetro-SP
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Juliano Deptula durante audiência na Câmara de Mauá

Na noite da quarta-feira, 25, diretores do Unificado participaram na Câmara Municipal de Mauá de uma audiência em defesa das empresas públicas. Eventos semelhantes já ocorreram nas Câmaras de São Caetano do Sul e São Bernardo.

Participaram da mesa o vereador Marcelo Oliveira (PT), que conduziu a audiência, Alexandre Castilho, diretor do Unificado, Belmiro Moreira, presidente do Sindicato dos Bancários do ABC; Leonardo Quadros, da Apcef-SP;Maria Rita Serrano, representante dos trabalhadores no CA da Caixa; Débora Fonseca, representante dos funcionários do Banco do Brasil no Caref.

Castilho explicou que a Petrobrás nasceu para atender aos interesses do povo brasileiro, pois gera recursos para políticas públicas. “A quantidade de ataques sofridos pela empresa é uma ameaça à soberania nacional, pois recursos oriundos da Petrobrás, principalmente após o pré-sal, geram recursos para serem investidos em políticas públicas no País”, disse.

Débora Fonseca afirmou a importância de levar essa discussão para a população principalmente para informar sobre o quanto a privatização dos bancos públicos podem afetar o custo de vida. “O financiamento para o agro negócio realizado pelo Banco do Brasil, que representa aproximadamente 70% do total de empréstimos para o setor, colabora para que os custos dos alimentos não sejam tão altos e, consequentemente se tirarmos isso, a população vai pagar mais caro nos produtos alimentícios”, explicou.

O coordenador do Unificado, Juliano Deptula, também esteve presente e ressaltou a importância estratégica da Petrobrás como empresa pública e os ataques que a companhia e seus trabalhadores estão sofrendo. “Nossa luta, hoje, é de resistência contra o desmonte do Sistema Petrobrás e contra a retirada de direitos consolidados no Acordo Coletivo da categoria”, afirmou.