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Ato em SP: servidores vão à Alesp dizer não à reforma administrativa de Doria dia 13

Protesto será na Alesp, em frente ao estacionamento dos deputados, na Rua Abílio Soares

Publicado: 07 Outubro, 2021 - 13h35 | Última modificação: 07 Outubro, 2021 - 13h50

Escrito por: Vanessa Ramos - CUT São Paulo

Roberto Parizotti/CUT
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Servidores públicos e entidades sindicais voltam à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) na quarta-feira (13), a partir das 17h, para protestar contra o Projeto de Lei Complementar (PLC) 26, de 2021, enviado à Casa em agosto pelo governador João Doria (PSDB). Na data, o tema retornará à pauta para encaminhamento e votação em plenário, com previsão para as 19h.

A discussão na Alesp iniciou no dia 21 de setembro e seguiu nos dias 28 de setembro e 5 de outubro, quando foi novamente adiada. Nos três dias, houve protestos contrários ao governo estadual.

A sessão da última terça-feira (5), na avaliação do presidente da CUT-SP, Douglas Izzo, demonstrou unidade da classe trabalhadora e de parlamentares do campo progressista.

“Sem dúvida temos visto o resultado das pressões que temos realizado nas ruas, nas redes, além da atuação de deputados e deputadas comprometidos com o funcionalismo”, afirma.

“O governo tem dificuldade em chegar aos 48 votos para aprovar o PLC 26. Por isso, temos que manter a pressão nas redes, nas bases parlamentares e pressionar ainda mais para que possamos derrotar de vez esse projeto do governo Doria que ataca os direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras do serviço público estadual", completa o dirigente.

A deputada estadual Maria Izabel Azevedo Noronha, presidenta do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), igualmente destaca o papel do trabalho parlamentar e das mobilizações realizadas no último período.

“Dentro do plenário, as bancadas de oposição e demais parlamentares que se opõem ao projeto conseguiram obstruir o roteiro de votação. Lá fora, os servidores e suas entidades mostraram garra e determinação na defesa dos serviços públicos.  Uma combinação que deve se ampliar até o dia 13. Temos que levar muita gente, mas também conversar e convencer os deputados a rejeitarem esse ataque", pontua a dirigente e parlamentar, mais conhecida como professora Bebel.

Conheça a campanha contra o PLC 26 no site 'Na Pressão'